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©2019 por Ana Luiza de S. Campos

B I O

A história musical de Otavio Castro se confunde com o desenvolvimento de técnicas inovadoras nas harmônicas, principalmente na harmônica diatônica (popularmente conhecida como a gaita de blues), tendo cunhado o termo "cromatismo na harmônica diatônica", técnica esta que permite a execução de todas as músicas utilizando tão somente uma harmônica afinada em dó (C) para todas as tonalidades.

Nascido em berço musical, filho do compositor Everardo Castro (fundador do Clube de Jazz e Bossa nos anos 60), foi discípulo de Rodrigo Eberienos e Mauricio Einhorn, sofrendo influência decisiva de Howard Levy nos idos de 1996. Em 2000, quando do retorno de turnê realizada em Nova Iorque, decidiu radicalizar a técnica na harmônica diatônica, passando a se dedicar à sistematização do cromatismo.

Ao longo de sua trajetória trabalhou diretamente com ícones  da bossa nova, do samba jazz e da música brasileira mais tradicional como o choro, a música mineira e a música maranhense, tendo desenvolvido uma leitura singular sobre o posicionamento das harmônicas nos mais diversos contextos musicais. 

Como professor, teve a oportunidade de contribuir para a formação de uma nova geração de gaitistas, dentro e fora do Brasil. Em 2009 foi convidado a participar da Convenção Anual da SPAH (Society for the Preservation and Advancement of the Harmonica) realizada 
em Sacramento/CA (EUA).

 

Com uma série de composições, se dedica intensamente à expansão dos horizontes das harmônicas diatônica e baixo, utilizando a harmônica cromática para compor arranjos inusitados e criativos.